A música faz parte da sua história.

A história de Brunelli com a música começa desde cedo. Em sua casa não se ouvia nenhum outro gênero que não fosse o gospel. Mesmo com poucos ídolos e referências, Alexandre Brunelli  se encantou pela música e como sua voz podia tocar a vida das pessoas. Por isso, aos sete anos, começou a cantar na igreja que frequentava, em São Carlos, interior paulista.

Quando conseguiu certa independência, já na adolescência, conheceu o gênero pop e devorou rapidamente a discografia de ícones com vozes marcantes, como Michael Jackson e Demi Lovato, se reconhecendo em sua vocação. Foi assim que ele começou a cantar em bares da cidade, eventos e concursos regionais, ampliando sua experiência como músico e como apreciador de música.

A grande extensão vocal de Brunelli lhe rendeu diversos convites para participar de programas de TV de expressão nacional. O cantor mostrou seu talento no “Máquina da Fama” (SBT), interpretando Michael Jackson e Beyoncé e foi destaque no “Programa da Xuxa”(Globo) e no concurso “Tem um Cantor Sertanejo Lá em Casa”, do “Programa da Eliana” (SBT). Sempre carismático, o garoto encantou o cantor Daniel, que lhe deu seu violão pessoal, – um Martin & Co, com valor maior do que o prêmio final (que ele não levou) -, como forma de incentivo a sua carreira musical.

Seu timbre agudo e surpreendente também chamou a atenção do produtor Arnaldo Sacomani que então produziu a versão de Brunelli para o hit “Primeiros Erros”, que faz parte da trilha musical de “Carinha de Anjo”, novela exibida pelo SBT.

Uma voz surpreendente e representativa na música pop nacional.

Hoje, com 26 anos, conhecemos um jovem cantor confiante e ávido para dividir com o público suas músicas autorais.

Sempre divertido e leve, se conecta muito bem com a música pop, o que possibilitou misturas incríveis de EDM com pitadas de música latina e um pouco da sanfona sertaneja em seu primeiro EP, de 2019, distribuído pelo Universal Music e produzido por Umberto Tavares  e sua equipe da U.M Music, responsável por hits de Anitta, Ludmilla.

No palco, não há dúvidas do talento e energia do cantor, que sempre conquista o público com seu timbre singular e proporciona um show contagiante. O repertório reflete a personalidade do cantor e passeia pelo universo abrangente do pop, com muita brasilidade.

Brunelli já esteve em grandes palcos, abrindo shows de Simone e Simaria, Pedro Paulo e Alex, Roupa Nova e Fábio Jr. Ele também deu “uma palinha” no show das “coleguinhas” e na apresentação da dupla Matheus e Kauan, sempre surpreendendo os artistas mais experientes.

Ele faz da própria voz a voz de seu público. Não é a toa que o cantor se apresentou na Parada SP 2019 para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+, no trio da Avon e no encerramento do evento, e também na LDRV Pride Party, abrindo o show de Luisa Sonza. Em 2020 ele também marcou presença na Parada Virtual.

 

 

Novidades de 2020.

Em outubro de 2020, Brunelli lançou “Me Abraça (Chega de Graça)”, primeiro single de uma série de novos lançamentos em parceria com a Universal Music Brasil e, também, a primeira música de sua autoria a ser lançada por ele. A faixa foi produzida por Dalto Max, produtor de sucessos de Giulia Be, Jorge e Matheus, Matheus e Kauan, Buchecha, Kelly Key e Negra Li. Para Brunelli, a música traz o melhor de suas referências “um pouquinho do pop, um pouquinho do gospel e do R&B”.

Em dezembro de 2020, Brunelli apresentou seu mais recente trabalho. A dançante “Não Me Chama de Amor”, a primeira parceria do cantor com os compositores Arthur Marques e DJ Thai.

A música, que  está disponível nas principais plataformas digitais, brinca com a sonoridade brega pop. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/NaoMeChamaDeAmor.

O clipe também está disponível no YouTube.